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Posters criativos de filmes de heróis

Nem sempre algo exagerado é bonito, o artista Marcus sabe bem disso. Sua obra consiste em pinturas minimalistas baseada nos filme desses heróis.
Confira.:D
Filmes em 8 bits

O Designer Gráfico norte-americano Eric Palmer fez uma interessante releitura de cartazes de filmes famosos, os deixando com estilo dos antigos vídeo-games.
Seria este o iate do Batman?

Wally Power é o nome dessa belezinha que custa meros U$30 milhões. É um iate de luxo com um design único.
Confira a galeria de imagens.
Brincando de Batman
Rindo você automaticamente ganha um ingresso para passar a eternidade no inferno.
O Lula, o Super Homem, o Homem Aranha, Batman e o Rafinha Bastos

Esta é só uma pequena fábula que se desmanchará no ar até o Jornal Nacional, não se preocupe…
Todo lugar precisa de um herói. E nem sempre ele precisa ser grande coisa. Por um bom tempo, por exemplo, a cidade chamada Brasil ficou famosa porque transformou um Zé Ninguém num herói. Mas não um herói como Macunaíma, que era anti-herói. Mas um herói anti-Macunaíma. Alguém que era dos trabalhadores e não do “ai que preguiça” macunaímico.
Heróis, no fim, são os príncipes encantados que vieram nos salvar de nosso sono eterno. E nós somos todos as princesas que esperam a salvação, enrolando nossas tranças de carências e desgraças. Mas nosso herói não tinha olhos azuis, ele estava mais para o sapo barbudo que lhe vinha como alcunha. Ele era baixinho, gordinho e ainda lhe faltava um dedo. Nosso herói não tinha cavalo branco nem capa pra voar. Mas pelo menos tinha um avião novinho e enorme só pra ele. Merecido, claro, porque um herói não é um zé ninguém, não pode andar de mula, nem de carro se for em São Paulo, o que é a mesma coisa. Ele bebia também, mas nada que fosse um problema pro trânsito, já que tinha motorista. E fumava muito, assim como o povo mais pobre que o elegeu.
Na cidade chamada Brasil, os heróis eram escolhidos democraticamente por votos e não vinham de mutação genética ou de outro planeta. Os super-poderes do herói brasileiro se resumiam a uma bobagem anatômica: a garganta. Por onde ele passava, arrastava multidões. O resultado era um encantamento nas massas, aquela sensação que só o excesso de esperança pode dar a um desesperado. E por isso, seu índice de rejeição era muito baixo. Ele fazia mais sucesso e era mais unânime que o Batman ou o Homem-Aranha.




















































