07 . agosto . 2009

Raios e trovões

por Haznos

Além de ser o clássico bordão do tio Victor, no Castelo Ra-Tim-Bum, ele – o raio seguido de um trovão – também é, segundo nossa querida Wikipédia, o seguinte:

Um raio é uma descarga elétrica que se produz entre o contato de nuvens de chuva ou entre uma destas nuvens e a terra. A descarga é visível a olho nu, com trajetórias sinuosas e de ramificações irregulares às vezes com muitos quilômetros de distância até o solo. Esse fenômeno é conhecido como relâmpago. Ocorre também uma onda sonora chamada trovão.

Depois deste post esclarecedor, nada mais justo que clicar abaixo:

2leep.com

20 comentários para “ Raios e trovões ”

Matheus

eu juro que quando vi o título pensei que era algo relacionado a Castelo Rá-tim-bum ._.

que fera essas fotos… mas com a chuva que ta em porto alegre, me da medo pensar que pode dar um desses aqui perto de casa ._. (tipo numa das antena do morro santana)

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saiuhsiahsiahishaishaish’
[/no coments]

raos

nossa, dá pra ver que tem vários fakes ali D:
mas tem uns reais fodas!

e acredito que esse post tenha sido inspirado no dia de hoje em Porto Alegre, com essa chuva que não para nunca!
caiu um raio aqui perto de casa, numa árvore, pegou fogo, mó medo dessa porra asiuheasiuauiehas

agressor

poha um desses ai na kbça será que faz o que?

Thales Dias

depois da ultima imagem já sabemos onde
Thor está!

Nanda Tibit

adoro raios *–*
são tão bonitos :D
tem um tipo de raio
que é chamado de SPRITE
ou coisa parecida :~
ele é um raio azul (:
eles seriam os super raios
tem vários formatos
tem uns que parecem chafariz
e tem um que parece cogumelo
eu já procurei imagens deles ;~
mas não achei
só vi no national geografic mesmo :~
mas enfim
há registros desses super raios
de altura ultrapassando a atmosfera :x
e pelo que eu lembro eles são dez mil vezes mais quente que o sol ou coisa parecida ;~
enfim ;x

:*

Nanda Tibit

ACHEI :D

“Os estudos têm revelado que o alcance deste show de luzes produzidos em uma tempestade com raios é bem maior do que havia antes sido imaginado, chegando bem acima das nuvens. A cerca de quinze anos atrás, os meteorologistas não tinham idéia de que havia atividade elétrica acima das tempestades.

Cinquenta quilômetros acima do solo é um local difícil para se trabalhar. É às vezes chamado de “ignonosfera” justamente por este motivo, é ignorada porque não se pode chegar lá. Acima da tempestade há uma área onde ocorre muita atividade elétrica. Estas são denominadas Sprite. Portanto os Sprites são enormes descargas elétricas que se formam na atmosfera imediatamente acima das tempestades. Os Sprites ocorrem a oitenta quilômetros do solo. A descoberta destes é responsável pela solução de um dos maiores mistérios dos raios. Jatos e Sprites mostraram como os raios distribuem energia pelo planeta inteiro, criando um circuito elétrico global. Agora se sabe que os raios são um fenômeno natural, em uma classe própria, integrando o funcionamento do próprio planeta. ”

tem umas duas fotinhos deles
http://www.rincon.com.br/Paginas/Raios.htm <<

Salsicha

Vlw Nhock e Nanda!

Mt fodas…

Edwii Joana

Muito interessante as imagens ..

patricio

deixa eu esplica para vcs: NUMA TROVOADA, vêem-se primeiro os relâmpagos e só depois se ouve o trovão. A velocidade da luz é cerca de 300 000 quilómetros por segundo, pelo que, na prática, podemos considerar que não há atraso entre o momento da descarga eléctrica e o momento em que vemos o relâmpago. Mas o som propaga-se no ar a cerca de 340 metros por segundo, pelo que o trovão nos chega depois do relâmpago, apesar de ter sido gerado praticamente em simultâneo. O número de segundos entre o momento em que vemos o relâmpago e o momento em que ouvimos o trovão permite-nos pois calcular a distância da tempestade: multiplica-se esse número por 340 e encontra-se, em metros, a distância a que se registou a descarga.
Tudo isto é simples, prático e instrutivo. No entanto, não é completamente verdade, apesar de fornecer uma boa aproximação. Em primeiro lugar, a velocidade do som no ar não é exactamente 340 m/s — aumenta quase linearmente com a temperatura e depende de outros factores. Mas o mais curioso é que o som nos chega muito mais rapidamente, porque começa por viajar como onda de choque ou de explosão, que atravessa o ar a uma velocidade cerca de 40 vezes superior à do som. Essa onda percebe-se por vezes com uma espécie de crepitar que precede o trovão. O trovão só se forma depois de essa onda ter viajado alguns instantes pelo ar. Assim, quando fazemos as contas habituais estamos apenas a calcular uma distância mínima para a tempestade. Na realidade, ela pode estar bastante mais longe. Por isso, leitor, se fizer as contas durante uma trovoada e concluir que o raio lhe caiu em cima, não conclua que acabou de morrer chamuscado.

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